Uma história de realizações

Agostinho Guerreiro é engenheiro agrônomo formado pela UFRRJ e mestre em engenharia de produção pela Coppe/UFRJ, diretor voluntário do IDACO (Instituto de Desenvolvimento e Ação Comunitária) e assessor da Presidência da PETROBRAS TRANSPORTE. Foi diretor técnico e presidente do Clube de Engenharia e vice-presidente do Senge-RJ. Foi também presidente da Associação de Engenheiros Agrônomos do Estado do Rio de Janeiro (AEARJ), secretário de Saneamento e Recursos Hídricos do Estado do RJ e presidente da Serla, sendo sempre lembrado pela sua capacidade administrativa e por sua sensibilidade social. Foi secretário de Articulação e Planejamento do Ministério da Promoção Social, tendo colaborado no planejamento do Bolsa Família.

Mestre de Estágio das Universidades de Rennes e Montpellier (França), Agostinho tem uma extensa folha de serviços prestados à vida pública, no Brasil e no exterior. Foi consultor da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), chefe do Departamento de Pesquisas Tecnológicas do Instituto Brasileiro do Café (IBC) do Ministério da Indústria e Comércio e diretor regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) do estado do Rio de Janeiro. Nos três anos que passou à frente do Instituto (1985-1988) houve mais desapropriações para assentamentos do que nos 20 anos anteriores.

Agostinho Guerreiro é casado, pai de três filhos e avô de dois netos, é também autor de vários livros, dentre eles “Brasil em Debate” (Editora Forense, 2000), com apresentação e prefácio de Apolônio de Carvalho, um dos mais persistentes militantes na luta mundial em defesa da justiça social; do engenheiro civil Francis Bogossian, na ocasião presidente da Associação das Empresas de Engenharia do Rio de Janeiro; do engenheiro mecânico e senador da República pelo Distrito Federal, Cristovam Buarque; e do engenheiro Jorge Bittar, deputado federal e secretário de Habitação da Prefeitura do Rio; além dos depoimentos do engenheiro Augusto Boal, idealizador do Teatro do Oprimido; e da antropóloga Regina Novaes, professora do IFCS/UFRJ. Agostinho traz ainda em sua bagagem a coordenação do livro histórico sobre o Primeiro Encontro de Agricultura Alternativa no país, realizado em 1984.

Eleito para a presidência do CREA-RJ em 2008, Agostinho se destacou por um mandato que apostou fortemente na participação e no envolvimento dos profissionais do Sistema e na transparência das ações do Conselho como elementos centrais de sua gestão. O resultado foi o reconhecimento público, que rendeu ao CREA do Rio de Janeiro o orgulho de ser o único do país a receber prêmios nacionais, como o Selo Pró-equidade de Gênero e o Gespública, nível 2. Outra marca do reconhecimento foi o nosso CREA, pela primeira vez em sua história, ter seu presidente escolhido como coordenador do Colégio de Presidentes dos 27 Creas do país. Agostinho Guerreiro se coloca agora diante de um novo desafio: avançar nas conquistas de seu primeiro mandato à frente do CREA-RJ por mais três anos.

Uma vida de lutas

Luiz Inácio Lula da Silva, Agostinho Guerreiro e Bernard Thoreau, pres. Institut Belleville, com professores da UFRRJ e sindicalistas franceses da Central Sindical Francesa (CFDT).

Década de 80, período do regime militar. A palavra de ordem era de fortalecimento do trabalhador para que se organizasse em sindicatos, cooperativas, associações e tivesse além do poder de reivindicação, maior consciência política. Essa foi a grande motivação do movimento de engenheiros que surgiu no Estado do Rio com o objetivo de democratizar suas entidades de classe. Profissionais e técnicos comprometidos com o processo de reconstrução da democracia do país assumiram a direção, entre outras entidades, do Clube de Engenharia, do Senge-RJ e da AEARJ-Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Rio de Janeiro.

Agostinho Guerreiro e Jorge Bittar com o Consul da França, Henry Vignal, em Mambucaba, Angra dos Reis.

Encontro Fluminense de Olericultura. Da esq. para a dir. Dryden Arezzo, da ex-CEPA, Demetre Anastassakis (IAB), Jorge Antônio da Silva, do CREA-RJ, Maria da Conceição Rosa, da Emater, e Agostinho Guerreiro, então Diretor Regional do INCRA RJ/ES.

Da esquerda para direita, Cristovam Buarque, Reitor da UnB, Agostinho Guerreiro, Herbet de Souza, do IBASE, e Jorge Bittar, debatendo soluções para a fome, o emprego e o desenvolvimento.

Na sede do jornal O Globo, julho de 1994: Betinho, da campanha Ação pela Cidadania, Fernando Uchôa, presidente do Clube de Engenharia, e Agostinho Guerreiro, diretor décnico, com os candidatos ao governo do Estado Anthony Garotinho, Jorge Bittar e Marcello Alencar.

Agostinho Guerreiro, com pequenos produtores no Pavilhão 30 (CEASA), na luta pela comercialização sem atravessadores e melhor renda para quem produz.

Em 1988, no Curso de Horticultura, com representantes da EMATER, MIRAD, FASE do Brasil, FNCIVAM, AMAR e do Ministério de Agricultura da França.

Agostinho Guerreiro com o grande geógrafo Milton Santos, autor de “Por uma outra globalização – Do pensamento único à consciência universal”, dentre outras obras.

Agostinho com o engenheiro, ex-presidente da República e então governador de Minas Gerais, Itamar Franco.

Agostinho ao lado de outras lideranças, em ato pela defesa da democracia e dos direitos humanos.

Agostinho Guerreiro ao lado da senadora Marina Silva e lideranças da luta pelo meio ambiente em ato lembrando 10 anos do assassinato de Chico Mendes.

Com Vicentinho em debate sobre o Salário Mínimo Profissional.

Na defesa da Reforma Agrária, em 85, ao lado de Barbosa Lima Sobrinho (presidente da ABI); José Gomes da Silva (presidente do Incra); Nelson Ribeiro (ministro da Reforma Agrária); Modesto da Silveira (diretor do Incra); e Herman Baeta (presidente da OAB).

Agostinho homenageia, no Clube de Engenharia, o arquiteto Oscar Niemeyer por sua obra.

Agostinho com a Comissão Interinstitucional do Palace II, no Clube de Engenharia.

Agostinho Guerreiro com o ex-ministro Ciro Gomes.

Com o engenheiro Dante de Oliveira, deputado e ex-governador do Mato Grosso, na luta pelas “Diretas Já!”.

Ciro Gomes, Agostinho, Lúcia Souto e Sérgio Arouca, no Clube de Engenharia, em debate sobre a Política Nacional de Saúde.