Panfletagem em frente à Petrobras, no Centro do Rio

Agostinho panfletando

Na manhã desta quinta – feira (03/11/2011), em frente a sede da Petrobras, na Rua Almirante Barroso, Centro do Rio, Agostinho Guerreiro distribuiu seu material de campanha à reeleição do CREA-RJ, e reencontrou numerosos amigos, colegas e eleitores. Com uma grande circulação de funcionários, muitos engenheiros declararam apoio à sua candidatura. Veja abaixo alguns dos depoimentos:

 

Antonio Martins (Engenheiro de Meio Ambiente da Petrobras): Eu estou apoiando a reeleição do Agostinho, assim como na eleição passada, porque ele cumpriu o que tinha se proposto na sua campanha: fazer um Crea mais democrático e transparente. Como ponto positivo tem o respeito aos servidores e critério no gasto do dinheiro da instituição. O Crea pode fazer mais, junto à sociedade. Tem um papel do Crea que é defender a qualidade do serviço prestado pelos engenheiros e empresas, além de ser preciso ficar perto dos movimentos sociais, como, por exemplo, a campanha do petróleo em benefício do povo brasileiro.

Guaraci Corrêa Porto (Engenheiro Civil, ex – diretor do CREA, ex – Conselheiro do Clube de Engenharia): Eu apóio a candidatura do Agostinho à presidência do Crea-RJ, porque o conheço pessoalmente, sei do trabalho que ele fez em sua vida profissional e nos trabalhos ligados ao Crea-RJ. E creio que seja a melhor opção para o nosso Crea, que já viveu momentos tão difíceis. Então eu peço aos colegas que na hora do voto no dia não deixem de votar e lembrem-se desse nome, Agostinho Guerreiro.

Henrique Sotoma (Engenheiro da Petrobras): São três candidatos que nós temos e ele é o melhor. Pelo menos em termos de atuação acho que é o mais adequado para nossa atual conjuntura política brasileira e, principalmente, de engenharia. E acho que nós devemos atuar mais na área que afeta o povo em geral.

Jose Carlos Miragoya ( Engenheiro Mecânico da Petrobras há 33 anos): O Agostinho tem feito um bom mandato à frente do Crea, tem participado bastante. Tem corrigido alguns desvios que o Crea tinha em matéria de inspeção e mal controle junto à engenharia nacional. É por sua atuação que eu estou defendendo a candidatura dele.

Eduardo Machado (ex – diretor do Sindipetro): Gostaria de declarar meu voto para o candidato Agostinho Guerreiro à presidência do Crea-RJ, porque temos visto uma gestão dinâmica. A gente já o conhece há muitos anos, de sua militância em muitas áreas: sindical, política, nas entidades de classe. Então é um nome que faço questão de declarar meu voto, como um candidato que vai ao encontro dos anseios da categoria de engenheiros.

Veja, Agostinho participa de programa na TV Petroleira.

Agostinho participou da edição do programa: ESPECIAL – O Petróleo Tem que Ser Nosso – Eleições do CREA-RJ (27/10/2011). Onde o programa ofereceu aos candidatos à presidência do CREA-RJ a oportunidade de falar aos petroleiros sobre suas propostas e sobre o comprometimento com a campanha.

“ Bom é um prazer enorme poder falar aos petroleiros, na verdade eu me sinto também um petroleiro, afinal 10 anos de Petrobras deixa uma marca muito grande. Falar também para aqueles que na minha eleição anterior já me apoiaram, o sindicato dos petroleiros, tanto daqui do Rio, como o de Macaé, o de Caxias, e de vários lugares. Acho que nós não decepcionamos esses petroleiros, fizemos um trabalho muito sério, inclusive com a experiência sindical.

Foram dois mandatos de Vice – presidente do Sindicato dos Engenheiros, e criamos durante o nosso mandato um respeito que não havia na relação entre as direções anteriores com os servidores. Passamos a dar o salário mínimo profissional que não era respeitado. Fizemos o acordo coletivo durante todo o tempo que lá estivemos o que não era observado. Estabelecemos uma relação normal com o sindicato majoritário que nem podia entrar nas instalações do CREA. Enfim, tivemos do ponto de vista sindical, um reconhecimento muito grande pelos servidores e com isso, hoje, o CREA é um ambiente, diferentemente do que foi no passado, de concórdia, onde um número de pessoas absenteístas diminuiu bastante, a produtividade do trabalho aumentou muito, as pessoas estão melhores remuneradas e muito mais satisfeitas.

Do ponto de vista da luta petroleira, quando eu falo, eu falo com a minha alma, com o meu coração, porque se eu até hoje me sinto um petroleiro, é porque essa luta já é desde muito antes. Começou com o ”Petróleo é nosso” lá atrás, quando eu me dei por gente, já era um admirador dessa luta, da criação da Petrobras, do seu avanço tecnológico, de todo o trabalho que ela conseguiu fazer. Mas, evidentemente que, com o passar do tempo, nós, fomos nos colocando junto com os petroleiros nas suas novas posições, mais recentes. Somos contra os leilões, isso é uma posição pública que todos sabem. Eu já havia manifestado há muito tempo. Somos a favor do manifesto que foi lançado nos 50 anos da Aepet, junto com o Clube de Engenharia, do qual fui presidente, e que resume boa parte dessa posição, e estamos sempre estivemos, e sempre estaremos ao lado dos petroleiros na luta pelo petróleo, “Todo o Petróleo Tem Que Ser Nosso”. Eu fico muito feliz de poder estar aqui falando para os meus amigos e amigas petroleiros. Quero dizer: se eu vencer essa eleição no CREA, mais uma vez, e cada vez mais, vocês poderão contar comigo e com o CREA-RJ como parceiro nessa luta. É por isso que eu preciso do seu voto, o voto é muito importante, porque nós estaremos caminhando juntos nessa luta que não é apenas pra nós, é uma luta para todos os brasileiros; e brasileiras; é uma luta para levar o Brasil a uma situação cada vez melhor. Eu conto com o voto de vocês. ”

Agostinho Guerreiro.

Para ver o programa acesse o site: http://www.tvpetroleira.tv/. Vá na sessão videoteca, clique no quadrinho “O Petróleo tem que ser Nosso”, depois no quadrinho “Eleições 2011 CREA – RJ”. E pronto! É só começar a assistir o programa.

Atenção petroleiros! Agostinho esteve presente na TV Petroleira, no SINDIPETRO-RJ, para dar um depoimento com suas propostas direcionadas à vocês. Não deixem de assistir!

Agostinho na TV Petroleira.

Quinta – feira, 27 de outubro, no SINDIPETRO- RJ, Agostinho esteve presente para participar de um programa da TV petroleira, onde também marcaram presença os outros candidatos a presidência do CREA –RJ. No programa cada candidato teve exatamente cinco minutos para falar suas propostas direcionadas aos petroleiros. Um sorteio definiu a ordem dos depoimentos, Agostinho foi o último a falar e respondeu as seguintes perguntas:

1) Por que você é candidato ao CREA-RJ?

2) O que você tem a dizer sobre a campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso?

E de extrema importância o depoimento direcionado aos petroleiros, cerca de 5 mil profissionais do SINDIPETRO – RJ têm vínculo profissional com o CREA – RJ. A intenção do SINDIPETRO em realizar este programa é incentivar a participação e o voto. Veja o que diz Agostinho Guerreiro, e saiba porque no dia 8 de novembro seu voto tem que ser 23!

Para ver o depoimento de Agostinho, siga esse link: https://agostinhoguerreiro2012.wordpress.com/2011/11/01/veja-agostinho-participa-de-programa-na-tv-petroleira/

A TV Petroleira já disponibilizou o vídeo com o programa. Para assistir e só acessar o site: http://www.tvpetroleira.tv/, e seguir as instruções: primeiro clique na sessão videoteca, depois no quadrinho “O Petróleo tem que ser Nosso”, e então no quadrinho “Eleições 2011 CREA – RJ”, e pronto! E só assistir o programa.

Associação de Engenheiros da Região dos Lagos reconhece capacidade técnica da gestão de Agostinho e espera continuidade

Agostinho Guerreiro se reuniu em Cabo Frio na noite de ontem (27) com o presidente da Associação dos Arquitetos e Engenheiros (Asaerla), Humberto Quintanilha, e outros engenheiros para ouvir as reivindicações locais e expor seu programa de campanha à reeleição do Crea-RJ. Estavam presentes mais de 20 associados.

A avaliação de Quintanilha é que a gestão de Agostinho do Crea-RJ foi muito boa para a Região dos Lagos. Ele disse que não teve nenhuma reclamação do conselheiro que está na Câmara do Crea em relação à gestão de Agostinho, e espera que continuem as mesmas condições para a região.

“Para a Asaerla o período do Agostinho foi excelente, nós tivemos todos os repasses da entidade dentro do normativo Confea. Ele conseguiu regularizar a nossa situação e receber o repasse da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica). E o que a gente solicitou em termos de cursos, palestras e apoio institucional para atividades em Cabo Frio o Crea-RJ nos atendeu. O mandato do Agostinho foi realmente muito bom. E vamos torcer para que continue isso”, afirmou o presidente da Asaerla.

Agostinho Guerreiro apresentou suas propostas para os profissionais, explicando que sua conexão com as entidades vem desde jovem, quando militava no movimento estudantil. Ele passou pelo Incra, Petrobras, Serla, secretaria de Estado, mas sempre participou das associações, por avaliar que elas tiveram um importante papel para a democracia no país.

“Quando assumimos o Crea-RJ, uma das coisas que nos preocupava e ainda preocupa são as instituições ligadas ao Crea-RJ no Estado. Muitas passaram por dificuldades que podiam ser melhoradas. Quando cheguei lá a impressão era de um clima de animosidade, desmotivação, as coisas funcionavam na base do autoritarismo. Mas dei apoio aos melhores quadros para melhorar a baixa produtividade”, disse.

Sua gestão foi premiada pelo Gespública, com acompanhamento sistemático do Ministério do Planejamento. Foi também o único Crea do Brasil que recebeu o prêmio de Igualdade de Gênero, num local onde havia assédio. Nunca uma liderança do Crea-RJ havia sido reconhecida para presidir o Colégio de Presidentes e o Colégio de Entidades Nacionais (Ceden), como é atualmente. Isso tudo fruto de um trabalho em equipe. O Crea tem 77 anos e nunca tinha tido um plano de cargos e carreiras implantado e operando.

Problemas continuam, mas estão sendo sistematicamente avaliados e combatidos. Um grande desafio enfrentado na sua gestão foi o enfrentamento da falta de propriedade de inteligência em tecnologia de informática produzida no Crea-RJ. Agostinho estabeleceu um prazo para a entrega de um projeto de modernização da tecnologia interna, e ocorreram avanços significativos na instituição, que hoje conseguiu ter um sistema corporativo dos melhores do sistema Confea-Creas.

Sua candidatura sofreu diversas vezes a pressão de adversários, que tentaram impugná-lo.  “A gente entende que quem faz a impugnação é o eleitor. Percebemos que os demais candidatos não querem ir para as urnas, estão querendo levar no tapetão. Eu quero decidir a eleição no voto, porque isso ajuda a fortalecer a democracia”, observou Guerreiro.

“Estamos contratando gente para melhorar o atendimento, que tem seus defeitos, mas o Dieese apontou em sua pesquisa um grau positivo de satisfação dos profissionais em relação ao atendimento do Crea-RJ na nossa gestão. Mas a crítica é a oportunidade que lhe é dada para você corrigir eventuais erros. Foi enviada uma equipe para treinar no Crea-PR do Paraná, que tem o melhor sistema de atendimento telefônico do país, e há 2 meses foi implantado um novo call center no Rio. Colocamos um novo sistema, com softwares modernos, e neste final de ano e no ano que vem a previsão é de melhorar bastante o setor”, respondeu.

O Crea-RJ criou também mecanismos de intervenção para beneficiar a sociedade em questões que não são de sua atribuição específica. Nesse sentido, o Crea-RJ ajudou a acabar com os apagões do Engenhão e as explosões de bueiros, por exemplo. O Crea-RJ hoje trabalha em parceria com o Ministério Público Estadual, Defensoria Pública da União, Ministério Público Federal, Prefeituras, Secretarias, dentre outras instituições.

“O Sistema Confea-Creas é ainda retrógrado, e o tipo de eleição que fazemos é um atraso. Mas vamos conseguir melhoras porque estamos decididos a isso, e a crítica é importante. O correto seria fazer eleição via internet, para que todos os profissionais tivessem facilidade para votar”, concluiu o candidato.

10° CBDMA – Congresso Brasileiro de Defesa do Meio-Ambiente.

Agostinho Guerreiro esteve na manhã desta quarta-feira (26/10), no Clube de Engenharia, onde começou a 10° edição da CBDMA (Congresso Brasileiro de Defesa do Meio Ambiente) que vai até o dia 28/10. O tema do Congresso foi: cidades: qualidade de vida e justiça social. Representantes de importantes organizações estiveram presentes. Na mesa: Francis Bogossian (Presidente do Clube de Engenharia), Clayton Guimarães do Vabo (1° Vice-Presidente no Exercício da Presidência do CREA – RJ), Marilene Ramos (Presidente do INEA), entre outros.  Mas o ponto alto da manhã, sem dúvida, foi a solene palestra de abertura, Palestra Magma, com Sérgio Besserman Vianna (Presidente da Câmara Técnica de Desenvolvimento e Governança Metropolitana da cidade do Rio de Janeiro). Besserman falou dos desafios e necessidades da reflexão quanto ao meio-ambiente, abrindo discussões sobre o assunto, com muitas perguntas dos convidados. Agostinho e Besserman  trocaram impressões sobre o tema da palestra e Agostinho o cumprimentou pela sua magnífica apresentação.

Agostinho é entrevistado pela TV local de Nova Friburgo

Agostinho Guerreiro, José Augusto Spinelli (presidente da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Nova Friburgo) e Paulo de Carvalho, jornalista da TV Zoom. Foto: Nelson Alvarez.

Em visita a Nova Friburgo, Agostinho Guerreiro concedeu entrevista ao programa Hora Técnica, da TV Zoom, canal 10 da TV por assinatura local. A conversa, que contou com a participação de engenheiros da região, vai ao ar na próxima quarta-feira, dia 2 de novembro. Na ocasião, Agostinho explicou por que se candidatar à reeleição no Crea, apontou a necessidade de modernização do sistema da instituição e a importância das inspetorias locais, dentre outras questões. Veja algumas perguntas e repostas realizadas no programa:

Por que a reeleição?

Isso vem desde minha época de estudante, quando passei pelo movimento estudantil. Segui minha vida profissional passando pela Serla, Incra, secretaria de Estado de Saneamento e Recursos Hídricos, mas nunca deixei de participar das entidades associativas. Sempre tive o olho técnico, mas nunca me desliguei dos interesses da vida profissional. Disputei o Crea, ganhei, e muitos amigos me sugeriram a reeleição. Eles afirmaram que minha gestão foi boa, rendeu prêmios. Então, nós entendemos que esse trabalho tem que continuar, sempre em equipe equipe, e aceitei o desafio. Estou licenciado, mas no dia 9 de novembro eu volto, depois da eleição e meu mandato vai até o dia 31 de dezembro deste ano.

O que falamos aos engenheiros que não votam?

Por enquanto eu diria para eles fazerem o esforço de comparecerem às urnas, porque quanto mais eleitores, mais democrática a eleição. Mas defendo que o sistema seja mais progressista, porque ele é relativamente retrógrado e atrasado. Apesar de termos profissionais da tecnologia não temos uma eleição via internet. Tem estados em que oligarquias não largam o Crea por muitos anos, e não se interessam que mude isso porque se democratizar eles perdem o controle. Então, primeiro peço a irem às urnas e num segundo momento me ajudem a implantar um sistema mais moderno de eleição.

Como será a intensificação de apoio e dinheiro às associações do interior?

Mudamos isso radicalmente, vimos que as entidades podiam ser fortalecidas porque os recursos que elas tinham direito estavam retidos no Crea. Em 2009 somados equivaliam a quase 9 anos, e vamos continuar repassando. Criamos um sistema legal para o profissional ver com transparência o seu direito e o que tem de ser repassado no portal do Crea. Em julho criamos o Colégio de Entidades Regionais (CDER), agora eles vão se reunir regularmente, ou seja, criar um dinamismo próprio das entidades. Vão ficar mais fortes e cobrar mais do Crea, e isso melhora a democracia.

Entrevista com a repórter da TV Zoom para o noticiário local. Foto: Nelson Alvarez.

Qual é a principal realização?

A fiscalização do exercício profissional, que é sua principal função. Renovamos a frota, botamos GPS e isso ajuda no planejamento, e realizamos seminários. O fiscal tem agora um notebook e ele trabalha online. Não depende de papel. Com uma série de softwares, demos um salto muito grande de qualidade em direção à modernidade.

Haverá cursos regionais de capacitação?

Vamos aperfeiçoar o Progredir. Grande parte desses cursos e seminários são gratuitos e noutros os profissionais do Crea têm desconto. Alguns são pela internet também. Essas parcerias melhorarão com o nosso CDER, o Colégio de Entidades Regionais. Com essa aproximação isso será tratado coletivamente e passa a ser uma decisão coletiva.

Há alguma possibilidade de criar uma inspetoria regional em Friburgo?

Realmente Friburgo merece, e a nossa ideia é criarmos um número razoável de novas inspetorias. O Rio tem recebido muito investimento tecnológico e a quantidade de profissionais está aumentando exponencialmente.

Como fica o combate ao trabalho ilegal?

O trabalho de fiscalização é interminável, mas pode melhorar com a ajuda dos próprios profissionais. Temos avançado.Há empresas que colaboram, mas tem muitas empresas que querem esconder também. Como na fiscalização do trabalho de estrangeiros por exemplo. Apesar do apoio do Ministério Público do Trabalho e da Polícia Federal, sempre passa alguma coisa.

Quais são os principais pontos da campanha?

Aprofundar a modernização da gestão. Demos um grande passo quanto a isso. Somos o único Crea do Brasil que ganhou o nível 2 da Gespública, do Ministério do Planejamento. Faremos certificação no ISO (International Organization Standardization) para melhorar outros aspectos. O sistema precisa ser mais moderno em muitos aspectos. Descobrimos lá dentro, por exemplo, pessoas muito capazes mas a produtividade média do trabalho era muito baixa. Então temos que continuar. O clima interno está bom, estabelecemos pela primeira vez no Crea-RJ um plano de cargos e carreiras e vamos melhorar a relação com os sindicatos, que no passado sempre foi muito ruim. Tornaremos também a ouvidoria mais eficiente.

50 anos da Aepet e a luta pelo petróleo nacional

Olímpio Alves (presidente do Senge-RJ), Álvaro Cabrini (candidato à presidência do Confea), Agostinho Guerreiro e Fernando Siqueira (presidente da Aepet)

A Associação dos Engenheiros da Petrobras (Aepet) comemorou ontem (24), no auditório do Clube de Engenharia, no Centro do Rio, seus 50 anos de luta pelo petróleo brasileiro. Participaram da atividade o economista Carlos Lessa, o cientista Luiz Pinguelli Rosa, Maria Augusta Tibiriçá e o Presidente do Clube de Engenharia, Francis Bogossian, além de deputados e outras personalidades. Na ocasião foi elaborado um manifesto em defesa da soberania energética nacional, que foi lido por Fernando Siqueira, presidente da Aepet, e será entregue a presidente da república, Dilma Rousseff.

Agostinho teve a palavra na tribuna e destacou a importância das figuras que compuseram a mesa na luta pelos interesses nacionais, dando à atividade um caráter de ato histórico. Em sua opinião, há uma tentativa sistemática de grandes setores da mídia e do próprio Congresso em fazer com que nós nos sintamos atrasados ao defendermos valores nacionalistas.

“A defesa daquilo que é do nosso país, do nosso povo, para o desenvolvimento da nossa ciência, da nossa tecnologia, do nosso ensino, da nossa saúde, educação, tudo isso nós somos rotulados numa luta cotidiana para que nos sintamos do passado. O brilho do futuro, daquilo que seria o progresso, é aquilo que é do mundo globalizado. É o país que tem petróleo tem de compartilhá-lo a preços e condições impostas de fora, sob pena de sofrer mudanças na sua legislação e diversos tipos de intervenção, guerras e privação para o seu povo. Levamos daqui um novo ânimo para essa luta que está sintetizada no manifesto da Aepet”, ressaltou Guerreiro.

Presença no Natal Sem Fome

Agostinho Guerreiro participou da inauguração da 19ª Campanha Natal Sem Fome dos Sonhos na manhã desse domingo (23), no aterro do Flamengo.

Agostinho no Aterro do Flamengo durante a 19° Campanha "Natal em fome".

Ele lembrou que acompanhou este projeto desde o início, quando as atividades ainda eram concentradas somente na mesa de alimentos, pois era muito amigo do Betinho, idealizador do evento. Segundo ele, essa foi uma das coisas mais importantes feitas por Betinho, porque pautou a sociedade e os governos sobre o tema.

“Com o passar dos anos essa mesa que inaugurava o chamado natal sem fome foi evoluindo. Agora nós estamos aqui vendo a arrecadação de brinquedos, e já teve de livros. É para lembrar que assim como certas pessoas podem ter um natal com as coisas sobre a mesa e suas crianças brincando, existem muitas outras que não têm. O Betinho pautou a nossa sociedade para lembrar que havia fome e crianças que eram menos felizes, porque não tinham acesso a um brinquedo ou a um livro. Ele se foi, mas sua causa avançou. Hoje existem políticas públicas que tratam de resolver diretamente o problema da fome através de vários mecanismos, inclusive distribuindo renda”, destacou Guerreiro.

O Crea-RJ participa do Natal Sem Fome há mais de 10 anos, graças à mobilização de seus funcionários. Eles criaram mecanismos para arrecadação de brinquedos e, por meio de sua organização, distribuem durante as atividades.  De acordo com Daniel Souza, coordenador da Ação Cidadania, todos os estados brasileiros estão realizando hoje essa atividade de inauguração da campanha de 2011. Souza explicou que serão arrecadados livros, alimentos e brinquedos para serem distribuídos no dia 17 de dezembro, às vésperas do natal.

“No Rio a gente vai trabalhar basicamente com os brinquedos, que começam a ser arrecadados hoje e serão distribuídos no dia 17 de dezembro em 22 municípios. No lançamento a Ação Cidadania vai doar os brinquedos para as crianças aqui presentes e durante a campanha arrecadaremos os brinquedos da sociedade. Nossa ideia é que essas crianças que normalmente nunca receberam visita do papai Noel ou brinquedo possam pelo menos no natal ter essa alegria”, explicou o coordenador.

Participação em evento na Costa Verde pela defesa do meio ambiente

Agostinho Guerreiro participou na última sexta-feira (14), em Mangaratiba, do “TEDx Baía da Ilha Grande”, evento que contou com personalidades de todo o país envolvidas com as questões ambientais. As 18 palestras discutiram o tema “Ideias para uma baía sustentável”, em busca do desenvolvimento da região de maneira ambientalmente adequada. Cerca de 120 pessoas estavam presentes, entre empresários, moradores, representantes de ONG’s, políticos e secretários de Meio Ambiente dos municípios da região. A Costa Verde sofreu vasta degradação socioambiental nas últimas décadas, devido o seu crescimento expressivo e desordenado. Vivem aproximadamente 400 mil pessoas na região e cerca de 400 ilhas.

Agostinho lembrou de sua participação como coordenador do IDACO, da introdução pioneira no Estado dos cultivos agroflorestais, em parceria com a Embrapa e a Universidade Rural. “Os cultivos agroflorestais são hoje disseminados em diversas áreas, mas precisam ser muito mais. Eles precisam ser parte importante da preservação da Mata Atlântica e no desenvolvimento social, econômico e ambiental da Baía da Ilha Grande.

A TED é uma fundação global, nascida em 1984 na Califórnia, juntando pessoas relacionadas à tecnologia, entretenimento e design. Buscando disseminar novas ideias, a organização já teve entre seus palestrantes figuras como Bill Clinton, Al Gore, Paul Simon, Bill Gates, etc.

Salário mínimo profissional é discutido em reunião na Eletronuclear

No auditório da Eletronuclear (terça-feira, 18), Agostinho Guerreiro se reuniu com numerosos engenheiros para discutir um assunto de extrema importância, o salário mínimo profissional. Na Eletronuclear mais de 100 profissionais ainda recebem abaixo do piso garantido por lei. Agostinho esteve lá para debater possibilidades de fortalecimento da luta sindical (SENGE) pela garantia da lei. Apesar do CREA-RJ não ter prerrogativa para atuar diretamente na justiça, Agostinho garante que a entidade estará ativa para fazer negociações ou pressão na busca pelos nossos direitos.