Encerramento da campanha com o apoio da Associação de Duque de Caxias

À esquerda Agostinho Guerreiro, Teneuza Cavalcante (presidente da ADAE) e Arciley Pinheiro, com engenheiros da Associação

No fechamento de sua campanha à reeleição do Crea-RJ, Agostinho Guerreiro se reuniu na noite de ontem (07), em Duque de Caxias, com a Associação Duquecaxiense de Arquitetos e Engenheiros (ADAE). Na ocasião, o candidato expôs alguns dos seus feitos à frente do CREA-RJ e contou com o apoio da entidade. A avaliação da campanha é positiva, após muitas reuniões em diversas regiões do estado e com empresas e entidades representativas.

Segundo a presidente da ADAE, Teneuza Maria Cavalcante, a gestão de Agostinho foi muito boa para a região. Mesmo tendo participado por 6 anos de outra gestão anteriormente, Teneuza avalia que sua entidade teve toda a atenção possível por parte do Crea-RJ nos últimos três anos.

“Tive o respeito, a consideração, e o tratamento da entidade da forma que ela existe e sem se pensar no que eu participei no passado. Tive de Agostinho lisura, tudo o que eu podia ter em matéria de empenho e desenvolvimento da minha associação. Houve para a gente um tratamento igualitário. Todos os inspetores foram nomeados na gestão anterior, e até o presente momento eles continuam na gestão do Agostinho tendo dele a mesma consideração e respeito que sempre tivemos de todo o sistema”, afirma Teneuza.

Arciley Pinheiro, candidato a conselheiro federal, panfletou na ANP e Transpetro e pediu aos profissionais que votem amanhã.

Arciley panfletando

Às vésperas das eleições do Confea – Crea, o candidato que Agostinho Guerreiro apoia para o Conselho Federal, Arciley Pinheiro, panfletou seu material de campanha nesta manhã (07), na porta da Agência Nacional do Petroléo (ANP) e da Transpetro (Petrobras Transporte), no Centro do Rio. O candiadato fez um apelo para que engenheiros, agrônomos, metereologistas, técnicos e profissionais, registrados no CREA- RJ votem para dar legitimidade a esses mandatos.

“Com relação ao Conselho Federal, ele é composto de 18 conselheiros. No entanto, temos 27 estados. Dessa maneira, o Rio de Janeiro, depois de alguns anos sem conselheiro federal está agora tendo que eleger um. E o sorteio para escolher a composição do Conselho Federal tem que ser com profissionais da modalidae de Agronômia: engenheiro agrônomo. engenheiro florestal, metereologista, engenheiro ambiental, de pesca, quer dizer alguém dessa área”, disse Arciley.

Para ele, quanto mais gente votando melhor para o sistema. Ele explicou também que os mandatos não são remunerados, trata-se de um trabalho quase voluntário. Apesar das dificuldades de locais para votação, dessa vez o voto pode ser realizado em qualquer sessão.

Panfletagem na sede principal da Petrobras no Centro do Rio

Enquanto Agostinho panfletava na porta da Petrobras, Emanuel Cancela, secretário geral do Sindipetro, e outros integrantes do sindicato estavam distribuindo o jornal Surgente.

Na manhã desta sexta-feira (04), Agostinho Guerreiro
esteve com diversos correligionários da Petrobras distribuindo material de campanha na entrada dos funcionários da
principal sede da Petrobras no Centro do Rio, na Avenida Chile. Nos acessos à empresa também estavam integrantes do Sindicato dos Petroleiros
(Sindipetro) distribuindo o seu jornal, Surgente, com as reivindicações da categoria.
Assim como os sindicalistas, Agostinho Guerreiro também defende o pré-sal para
o povo brasileiro. Emanuel Cancela, secretário geral do Sindipetro, que distribuía o Surgente, disse ser importante a realização da eleição para a presidência do Crea-RJ e que o Sindipetro apoiava as eleições. Agostinho conversou com Cancela durante a panfletagem e trocaram impressões sobre os acontecimentos recentes.

Carlos Herlaim, engenheiro da Petrobras

Antonio Martins, engenheiro de meio ambiente da Petrobras, que esteve ontem na panfletagem do Edita, também estava hoje no Edise, como é conhecido o edifício sede. Carlos Alberto Herlaim, engenheiro eletricista da Petrobras,
ajudou na distribuição do material e declarou seu apoio à nossa candidatura. “Eu estou apoiando o Agostinho Guerreiro pelo cuidado que ele tem
com a coisa pública, por ter feito um bom trabalho com os funcionários do
Crea-RJ e pela sua seriedade. Eu acho que com esse tempo à frente do Crea-RJ, com essa
experiência que adquiriu nessa última gestão, fará um mandato muito melhor nos
próximos anos”, destacou.

Panfletagem em frente à Petrobras, no Centro do Rio

Agostinho panfletando

Na manhã desta quinta – feira (03/11/2011), em frente a sede da Petrobras, na Rua Almirante Barroso, Centro do Rio, Agostinho Guerreiro distribuiu seu material de campanha à reeleição do CREA-RJ, e reencontrou numerosos amigos, colegas e eleitores. Com uma grande circulação de funcionários, muitos engenheiros declararam apoio à sua candidatura. Veja abaixo alguns dos depoimentos:

 

Antonio Martins (Engenheiro de Meio Ambiente da Petrobras): Eu estou apoiando a reeleição do Agostinho, assim como na eleição passada, porque ele cumpriu o que tinha se proposto na sua campanha: fazer um Crea mais democrático e transparente. Como ponto positivo tem o respeito aos servidores e critério no gasto do dinheiro da instituição. O Crea pode fazer mais, junto à sociedade. Tem um papel do Crea que é defender a qualidade do serviço prestado pelos engenheiros e empresas, além de ser preciso ficar perto dos movimentos sociais, como, por exemplo, a campanha do petróleo em benefício do povo brasileiro.

Guaraci Corrêa Porto (Engenheiro Civil, ex – diretor do CREA, ex – Conselheiro do Clube de Engenharia): Eu apóio a candidatura do Agostinho à presidência do Crea-RJ, porque o conheço pessoalmente, sei do trabalho que ele fez em sua vida profissional e nos trabalhos ligados ao Crea-RJ. E creio que seja a melhor opção para o nosso Crea, que já viveu momentos tão difíceis. Então eu peço aos colegas que na hora do voto no dia não deixem de votar e lembrem-se desse nome, Agostinho Guerreiro.

Henrique Sotoma (Engenheiro da Petrobras): São três candidatos que nós temos e ele é o melhor. Pelo menos em termos de atuação acho que é o mais adequado para nossa atual conjuntura política brasileira e, principalmente, de engenharia. E acho que nós devemos atuar mais na área que afeta o povo em geral.

Jose Carlos Miragoya ( Engenheiro Mecânico da Petrobras há 33 anos): O Agostinho tem feito um bom mandato à frente do Crea, tem participado bastante. Tem corrigido alguns desvios que o Crea tinha em matéria de inspeção e mal controle junto à engenharia nacional. É por sua atuação que eu estou defendendo a candidatura dele.

Eduardo Machado (ex – diretor do Sindipetro): Gostaria de declarar meu voto para o candidato Agostinho Guerreiro à presidência do Crea-RJ, porque temos visto uma gestão dinâmica. A gente já o conhece há muitos anos, de sua militância em muitas áreas: sindical, política, nas entidades de classe. Então é um nome que faço questão de declarar meu voto, como um candidato que vai ao encontro dos anseios da categoria de engenheiros.

Veja, Agostinho participa de programa na TV Petroleira.

Agostinho participou da edição do programa: ESPECIAL – O Petróleo Tem que Ser Nosso – Eleições do CREA-RJ (27/10/2011). Onde o programa ofereceu aos candidatos à presidência do CREA-RJ a oportunidade de falar aos petroleiros sobre suas propostas e sobre o comprometimento com a campanha.

“ Bom é um prazer enorme poder falar aos petroleiros, na verdade eu me sinto também um petroleiro, afinal 10 anos de Petrobras deixa uma marca muito grande. Falar também para aqueles que na minha eleição anterior já me apoiaram, o sindicato dos petroleiros, tanto daqui do Rio, como o de Macaé, o de Caxias, e de vários lugares. Acho que nós não decepcionamos esses petroleiros, fizemos um trabalho muito sério, inclusive com a experiência sindical.

Foram dois mandatos de Vice – presidente do Sindicato dos Engenheiros, e criamos durante o nosso mandato um respeito que não havia na relação entre as direções anteriores com os servidores. Passamos a dar o salário mínimo profissional que não era respeitado. Fizemos o acordo coletivo durante todo o tempo que lá estivemos o que não era observado. Estabelecemos uma relação normal com o sindicato majoritário que nem podia entrar nas instalações do CREA. Enfim, tivemos do ponto de vista sindical, um reconhecimento muito grande pelos servidores e com isso, hoje, o CREA é um ambiente, diferentemente do que foi no passado, de concórdia, onde um número de pessoas absenteístas diminuiu bastante, a produtividade do trabalho aumentou muito, as pessoas estão melhores remuneradas e muito mais satisfeitas.

Do ponto de vista da luta petroleira, quando eu falo, eu falo com a minha alma, com o meu coração, porque se eu até hoje me sinto um petroleiro, é porque essa luta já é desde muito antes. Começou com o ”Petróleo é nosso” lá atrás, quando eu me dei por gente, já era um admirador dessa luta, da criação da Petrobras, do seu avanço tecnológico, de todo o trabalho que ela conseguiu fazer. Mas, evidentemente que, com o passar do tempo, nós, fomos nos colocando junto com os petroleiros nas suas novas posições, mais recentes. Somos contra os leilões, isso é uma posição pública que todos sabem. Eu já havia manifestado há muito tempo. Somos a favor do manifesto que foi lançado nos 50 anos da Aepet, junto com o Clube de Engenharia, do qual fui presidente, e que resume boa parte dessa posição, e estamos sempre estivemos, e sempre estaremos ao lado dos petroleiros na luta pelo petróleo, “Todo o Petróleo Tem Que Ser Nosso”. Eu fico muito feliz de poder estar aqui falando para os meus amigos e amigas petroleiros. Quero dizer: se eu vencer essa eleição no CREA, mais uma vez, e cada vez mais, vocês poderão contar comigo e com o CREA-RJ como parceiro nessa luta. É por isso que eu preciso do seu voto, o voto é muito importante, porque nós estaremos caminhando juntos nessa luta que não é apenas pra nós, é uma luta para todos os brasileiros; e brasileiras; é uma luta para levar o Brasil a uma situação cada vez melhor. Eu conto com o voto de vocês. ”

Agostinho Guerreiro.

Para ver o programa acesse o site: http://www.tvpetroleira.tv/. Vá na sessão videoteca, clique no quadrinho “O Petróleo tem que ser Nosso”, depois no quadrinho “Eleições 2011 CREA – RJ”. E pronto! É só começar a assistir o programa.

Atenção petroleiros! Agostinho esteve presente na TV Petroleira, no SINDIPETRO-RJ, para dar um depoimento com suas propostas direcionadas à vocês. Não deixem de assistir!

Agostinho na TV Petroleira.

Quinta – feira, 27 de outubro, no SINDIPETRO- RJ, Agostinho esteve presente para participar de um programa da TV petroleira, onde também marcaram presença os outros candidatos a presidência do CREA –RJ. No programa cada candidato teve exatamente cinco minutos para falar suas propostas direcionadas aos petroleiros. Um sorteio definiu a ordem dos depoimentos, Agostinho foi o último a falar e respondeu as seguintes perguntas:

1) Por que você é candidato ao CREA-RJ?

2) O que você tem a dizer sobre a campanha O Petróleo Tem que Ser Nosso?

E de extrema importância o depoimento direcionado aos petroleiros, cerca de 5 mil profissionais do SINDIPETRO – RJ têm vínculo profissional com o CREA – RJ. A intenção do SINDIPETRO em realizar este programa é incentivar a participação e o voto. Veja o que diz Agostinho Guerreiro, e saiba porque no dia 8 de novembro seu voto tem que ser 23!

Para ver o depoimento de Agostinho, siga esse link: https://agostinhoguerreiro2012.wordpress.com/2011/11/01/veja-agostinho-participa-de-programa-na-tv-petroleira/

A TV Petroleira já disponibilizou o vídeo com o programa. Para assistir e só acessar o site: http://www.tvpetroleira.tv/, e seguir as instruções: primeiro clique na sessão videoteca, depois no quadrinho “O Petróleo tem que ser Nosso”, e então no quadrinho “Eleições 2011 CREA – RJ”, e pronto! E só assistir o programa.

Associação de Engenheiros da Região dos Lagos reconhece capacidade técnica da gestão de Agostinho e espera continuidade

Agostinho Guerreiro se reuniu em Cabo Frio na noite de ontem (27) com o presidente da Associação dos Arquitetos e Engenheiros (Asaerla), Humberto Quintanilha, e outros engenheiros para ouvir as reivindicações locais e expor seu programa de campanha à reeleição do Crea-RJ. Estavam presentes mais de 20 associados.

A avaliação de Quintanilha é que a gestão de Agostinho do Crea-RJ foi muito boa para a Região dos Lagos. Ele disse que não teve nenhuma reclamação do conselheiro que está na Câmara do Crea em relação à gestão de Agostinho, e espera que continuem as mesmas condições para a região.

“Para a Asaerla o período do Agostinho foi excelente, nós tivemos todos os repasses da entidade dentro do normativo Confea. Ele conseguiu regularizar a nossa situação e receber o repasse da ART (Anotação de Responsabilidade Técnica). E o que a gente solicitou em termos de cursos, palestras e apoio institucional para atividades em Cabo Frio o Crea-RJ nos atendeu. O mandato do Agostinho foi realmente muito bom. E vamos torcer para que continue isso”, afirmou o presidente da Asaerla.

Agostinho Guerreiro apresentou suas propostas para os profissionais, explicando que sua conexão com as entidades vem desde jovem, quando militava no movimento estudantil. Ele passou pelo Incra, Petrobras, Serla, secretaria de Estado, mas sempre participou das associações, por avaliar que elas tiveram um importante papel para a democracia no país.

“Quando assumimos o Crea-RJ, uma das coisas que nos preocupava e ainda preocupa são as instituições ligadas ao Crea-RJ no Estado. Muitas passaram por dificuldades que podiam ser melhoradas. Quando cheguei lá a impressão era de um clima de animosidade, desmotivação, as coisas funcionavam na base do autoritarismo. Mas dei apoio aos melhores quadros para melhorar a baixa produtividade”, disse.

Sua gestão foi premiada pelo Gespública, com acompanhamento sistemático do Ministério do Planejamento. Foi também o único Crea do Brasil que recebeu o prêmio de Igualdade de Gênero, num local onde havia assédio. Nunca uma liderança do Crea-RJ havia sido reconhecida para presidir o Colégio de Presidentes e o Colégio de Entidades Nacionais (Ceden), como é atualmente. Isso tudo fruto de um trabalho em equipe. O Crea tem 77 anos e nunca tinha tido um plano de cargos e carreiras implantado e operando.

Problemas continuam, mas estão sendo sistematicamente avaliados e combatidos. Um grande desafio enfrentado na sua gestão foi o enfrentamento da falta de propriedade de inteligência em tecnologia de informática produzida no Crea-RJ. Agostinho estabeleceu um prazo para a entrega de um projeto de modernização da tecnologia interna, e ocorreram avanços significativos na instituição, que hoje conseguiu ter um sistema corporativo dos melhores do sistema Confea-Creas.

Sua candidatura sofreu diversas vezes a pressão de adversários, que tentaram impugná-lo.  “A gente entende que quem faz a impugnação é o eleitor. Percebemos que os demais candidatos não querem ir para as urnas, estão querendo levar no tapetão. Eu quero decidir a eleição no voto, porque isso ajuda a fortalecer a democracia”, observou Guerreiro.

“Estamos contratando gente para melhorar o atendimento, que tem seus defeitos, mas o Dieese apontou em sua pesquisa um grau positivo de satisfação dos profissionais em relação ao atendimento do Crea-RJ na nossa gestão. Mas a crítica é a oportunidade que lhe é dada para você corrigir eventuais erros. Foi enviada uma equipe para treinar no Crea-PR do Paraná, que tem o melhor sistema de atendimento telefônico do país, e há 2 meses foi implantado um novo call center no Rio. Colocamos um novo sistema, com softwares modernos, e neste final de ano e no ano que vem a previsão é de melhorar bastante o setor”, respondeu.

O Crea-RJ criou também mecanismos de intervenção para beneficiar a sociedade em questões que não são de sua atribuição específica. Nesse sentido, o Crea-RJ ajudou a acabar com os apagões do Engenhão e as explosões de bueiros, por exemplo. O Crea-RJ hoje trabalha em parceria com o Ministério Público Estadual, Defensoria Pública da União, Ministério Público Federal, Prefeituras, Secretarias, dentre outras instituições.

“O Sistema Confea-Creas é ainda retrógrado, e o tipo de eleição que fazemos é um atraso. Mas vamos conseguir melhoras porque estamos decididos a isso, e a crítica é importante. O correto seria fazer eleição via internet, para que todos os profissionais tivessem facilidade para votar”, concluiu o candidato.